sábado, 14 de março de 2009

Mais uma vez tentando descobrir um rumo que teima em não aparecer. A pequena luz que se vislumbra ao fundo do túnel , não chega para iluminar o caminho turbulento que nos espera, mas teremos de seguir, ou não fosse essa a sorte da nossa condição. Viver dentro de um corpo, emaranhado no vermelho da chama que nos mantém no caminho, acelerado pelo motor continuo e compassado que salta a cada novidade, e acalma, a cada afago doce e sereno de um outro. Cansado nunca desiste, enquanto tem força,supera tudo. A tempestade faz-se acalmar, como o lume se apaga com a força ténue da pacifica água. Há que seguir até ao fundo do túnel, nada mais haverá a fazer. Andando, correndo, muitas vezes caindo, mas sempre em frente iremos ultrapassando os receios do obscuro, escondidos nos mais profundos vales e ocultos pelas claras montanhas do nosso mundo.

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